Exposição | Exhibition
20.10.2017
– 18.11.2017
Wasted Rita

As Happy As Sad Can Be

Underdogs
Event Details
Detalhes do Evento

Opening TimesHorário
Tuesday - Saturday 2pm-8pm

Cost of entry
Free Admission

Travel InformationComo Chegar
Bus: 728, 781
Train: Braço de Prata

AddressMorada
Rua Fernando Palha, Armazém 56
1950-132 Lisbon
portugal

Website
www.under-dogs.net

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Intro
Introdução

Constituting yet another instalment of the life-based narrative that Wasted Rita has been sharing with us in recent years, “As Happy As Sad Can Be” is about facing and embracing sadness in a fun way; about playing with fake happiness while being fundamentally sad. According to the artist, the metaphor that best illustrates this idea is the image of a dog happily wallowing in a pool of mud – where the artist is the dog, the mud is her negativity and the act of wallowing is her art.

Constituindo mais uma tranche da narrativa inspirada na vida que a Wasted Rita tem vindo a partilhar connosco em anos recentes, “As Happy As Sad Can Be” é sobre encarar e abraçar a tristeza de uma forma divertida; sobre brincar com a falsa felicidade enquanto se é fundamentalmente triste. De acordo com a artista, a metáfora que melhor ilustra esta ideia é a imagem de um cão que chafurda alegremente numa poça de lama – em que a artista é o cão, a lama é o seu negativismo e o acto de chafurdar é a sua arte.

About
Sobre
The exhibition comprises a collection of assorted installations, each of which materialises a personal space that explores a subject relevant to the artist – be it the energising taste of summer or the misanthropic sophistication of the Internet, the material trappings of a dreamy languor and guilty pleasures, or the strengths and shortcomings of the female condition in a world too often, and wrongfully, depicted as being the domain of man.

Helping to convey the particular mood of each setting, a pastiche of ordinary looking props – faux objects, clothes, furniture, food, drink, paintings, drawings, neon lights, and a miscellany of other items – adds an almost cinematographic or theatrical feel to the overall scene. Seemingly innocuous, seemingly random, and seemingly joyful, the significance of this carefully chosen assortment of goods lies in the shock value of their details. What at first might seem visually bright and fun, on closer inspection reveals an underlying pessimism which the artist throws back at us through her unique, mordant wit. Both the objects and the mediums they are rendered in play an integral part in the authorial exercise in self-catharsis that is staged here: a critical performative act that transcends the limitations of the gallery and blurs the lines between life and art. An enactment where the artist invites the viewer to experience the fundamental love-hate dichotomy that permeates her life and work, and which is perfectly encapsulated in the sharp, biting contrast between the strident vivacity of the colours and the disheartening bleakness of the statements; between the buoyant, cosy ambience of the sets and the provocative nature of the artist's existential angst.

Notwithstanding the clash of opposed emotions, there is nothing ambivalent about “As Happy As Sad Can Be” as it echoes a passionate, heartfelt yearning for an ideal world in which to feel at home. One where, despite the fundamental sadness and pessimism, there is still room for making the best of things.
A exposição compreende um conjunto de instalações diversas, cada qual materializando um espaço pessoal que explora um tema relevante para a artista – seja ele o sabor energizante do Verão ou a sofisticação misantrópica da internet, os apetrechos materiais de uma languidez onírica e prazeres que suscitam culpa, ou as forças e fraquezas da condição feminina num mundo que, com demasiada frequência, e indevidamente, é representado como sendo o domínio do homem.

Ajudando a veicular o espírito de cada cenário, um pastiche de adereços aparentemente comuns – objectos falsos, roupa, mobiliário, comida, bebida, pinturas, desenhos, luzes néon e uma miscelânea de outros itens – dá um toque quase cinematográfico ou teatral à cena geral. Aparentemente inócuos, aparentemente fortuitos e aparentemente divertidos, a importância deste leque de artigos escolhidos a dedo encontra-se no valor choque dos seus detalhes. Aquilo que à primeira vista poderá parecer visualmente radiante e divertido, quando visto mais atentamente revela um pessimismo subjacente que a artista nos devolve através do seu singular espírito mordaz. Tanto os objectos como os suportes nos quais foram rendidos desempenham um papel integral no exercício autoral de auto-catarse que é aqui encenado: um acto performativo crítico que transcende as limitações da galeria e esbate as fronteiras entre a vida e a arte. Uma representação em que a artista convida o observador a vivenciar a fundamental dicotomia amor-ódio que permeia a sua vida e obra, e que se encontra perfeitamente sintetizada no contraste nítido e mordente entre a vivacidade estridente das cores e o pessimismo desanimante das afirmações; entre a ambiência alegre e aconchegante dos cenários e a natureza provocante da angústia existencial da artista.

Não obstante o choque entre emoções contrárias, não há nada de ambivalente em “As Happy As Sad Can Be” à medida que ecoa um anseio apaixonado e sincero por um mundo ideal onde se possa sentir em casa. Um mundo onde, a despeito da fundamental tristeza e pessimismo, há ainda lugar para se tirar o melhor partido das coisas.
Event Details

Opening TimesHorário
Tuesday - Saturday 2pm-8pm

Cost of entry
Free Admission

Travel InformationComo Chegar
Bus: 728, 781
Train: Braço de Prata

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Rua Fernando Palha, Armazém 56
1950-132 Lisbon
portugal

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